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14 de mai de 2015

Até quando o Brasil vai conviver com a violência (Por Flávio Ferreira)


A VIOLÊNCIA ESTÁ AUMENTANDO! CUIDE DA SUA FAMÍLIA
Certa noite em meados de 2013 estava teclando o controle remoto em busca de algo interessante para assistir na televisão, quando acessei canal que transmitia um debate. Embora tendo perdido o início, acompanhei um pouco o programa. Percebi que o personagem central era a viúva de um preso - julgado e condenado por usar seu negócio como fachada para receptação e comercialização de produtos roubados - que foi morto durante conflito entre facções rivais dentro do presídio. Ela se insurgia contra a prisão, pois embora reconhecesse que o falecido marido cometeu os crimes pelos quais foi condenado, declarava que ele era um homem bom e que nunca praticou nenhuma violência, uma vez que apenas recebia e repassava os produtos roubados, e, portanto, segundo ela não merecia a pena de prisão que lhe foi imposta. Além disso, a viúva acusava o governo de não investir satisfatoriamente no sistema prisional, e, por esse motivo, considerava que o poder público era diretamente responsável pela morte do marido. 

Os demais participantes não questionaram e nem opuseram qualquer ressalva ao discurso da viúva. No geral as opiniões emitidas estavam direcionadas apenas para a falta de investimento no sistema penitenciário, tornando os presídios meros depósitos de presos, sem expectativa satisfatória de recuperação dos criminosos condenados. Caso o objetivo dos responsáveis pelo programa, tenha sido o de esclarecer os expectadores a respeito do sistema prisional brasileiro, sua falência e urgente necessidade de reforma, sem dúvida perderam uma ótima oportunidade de realmente contribuir com o debate proposto.

Em primeiro lugar, o programa deixou escapar a oportunidade de extrair das declarações da viúva, lições importantíssimas sobre o entrelaçamento da criminalidade na sociedade brasileira. Vamos aos fatos:
1) Para a viúva o Estado é o único culpado pela morte do seu marido, seja pelo fato de tê-lo sentenciado indevidamente, seja por não ter garantido a integridade física dele na prisão. Esse posicionamento está apenas parcialmente correto, uma vez que diante do reconhecimento e comprovação dos crimes, a sentença condenatória foi justa, porém, como não impediu o conflito entre as facções dentro do presídio, o que teria salvado a vida do apenado, é inegável que o Estado foi negligente. Entretanto, ainda há uma questão em aberto. Considerando que a viúva demonstrou ter conhecimento a respeito dos negócios do companheiro, seria possível afirmar que em alguma medida foi responsável por sua morte? Ela chegou a confrontá-lo exigindo que parasse de repassar produtos roubados, inclusive, ameaçando-o com medidas extremas - como, por exemplo, afastá-lo de casa - ou pelo contrário foi conivente ou mesmo o incentivou a continuar na senda da criminalidade? Caso o falecido marido não estivesse conseguindo auferir renda suficiente com a comercialização de produtos adquiridos licitamente, se ela chegou a procurar trabalhos remunerados mais humildes como lavar roupa, fazer faxina, etc., de maneira a complementar a renda familiar, evitando que ele recorresse ao comércio de produtos roubados? Deveriam ser perguntas fundamentais no debate da televisão, uma vez que mesmo reconhecendo a negligência do Estado, se ela nunca tentou afastar o cônjuge da vida criminosa, ou pior, se o incentivava direta ou indiretamente, inegavelmente também teria responsabilidade na tragédia, e, portanto, suas mãos estariam manchadas com o sangue dele.
2) Ademais, a viúva declarou que o marido era um homem bom e que nunca cometeu nenhuma violência, uma vez que apenas recebia e repassava os produtos de origem criminosa. Nada mais irreal e ilusório. Nenhuma quadrilha rouba vários veículos e motocicletas em um dia ou assalta um caminhão de carga, pelos bens e produtos em si. Na verdade, quer o dinheiro advindo do repasse do que for roubado. E nesse ponto entra a figura do receptador, que usa o seu negócio e os seus contatos para comercializar os produtos ilícitos. Portanto, trata-se de uma equipe que opera apenas se cada participante estiver disposto a cumprir o seu papel. Ora, se o receptador sabe que sem a sua retaguarda os comparsas não vão praticar os roubos, e tem ciência que eles estão dispostos a agredir e até matar durante os assaltos, consequentemente assume o risco da violência, e, portanto, é moralmente tão culpado quanto aquele que puxa o gatilho.
3) A viúva também questionou o fato do Estado não investir no sistema prisional. É uma alegação curiosa partindo dela, pois as mercadorias repassadas pelo falecido marido não eram adquiridas através de fornecedores legalmente estabelecidos, e, portanto, não havia emissão de notas fiscais de compra. Por sua vez, incapaz de comprovar a origem dos produtos, certamente ele não emitia notas fiscais de venda. Diante do exposto, quanto foi sonegado em tributos no esquema? Além disso, com custos fixos artificialmente reduzidos, conseguia comercializar os produtos abaixo do valor de mercado, prejudicando toda a concorrência, que, por vender menos, igualmente recolhia menos tributos, dispensava funcionários, etc. Verdadeiro círculo vicioso destrutivo na economia. Com menos dinheiro, certamente o Estado diminuiu investimentos em saúde, educação, infraestrutura e, é claro, no sistema prisional também.

Como visto, as implicações das declarações da viúva são imensamente maiores do que o debate do programa em si, que, aliás, perdeu completamente o sentido ao deixar de questionar o comportamento dela em relação a vida criminosa do marido. De fato, não é possível entender como alguém pode dormir tranquilo, sabendo que a casa é mantida com dinheiro proveniente do repasse de produtos roubados, indiferente se alguma vítima foi agredida ou morta durante o assalto e insensível para a dor de famílias que perderam entes queridos.

Em segundo lugar, o programa cometeu um equívoco bem comum, ao tratar a questão do sistema prisional como uma entidade autônoma, quando na verdade, o aprisionamento do criminoso em uma penitenciária nada mais é que o ato derradeiro de um encadeamento de eventos que teve como antecedentes a prática do crime, passando na sequência pelo inquérito policial, denúncia, julgamento e condenação. 

Portanto, devemos reconhecer que ações pontuais visando melhorias em uma variável dessa complexa equação não terão efeito satisfatório e duradouro, o que seria obtido apenas com ações complexas abrangendo toda a cadeia de eventos. Para compreender isso, peço ao leitor que considere duas situações hipotéticas. Em uma delas, imagine por um momento que o marido não morreu na prisão e que a viúva na verdade é uma esposa aguardando a progressão de regime e a volta dele para o convívio doméstico. Qual a efetividade do trabalho de reeducação do apenado dentro do sistema prisional, se ao retornar para a sociedade, em seu próprio lar encontraria uma esposa inconformada, opinando que ele foi injustiçado, preso e condenado indevidamente? A reincidência seria quase uma certeza, com a perda de todo o esforço feito na prisão para a recuperação do preso. 

Agora, peço ao leitor que imagine outra situação, na qual o casal tenha um filho pequeno, que com a morte do pai venha a ser criado apenas pela mãe. Não é difícil imaginar que crescerá órfão, ouvindo dela que o pai foi preso arbitrariamente, que ele não era verdadeiramente criminoso e que morreu por negligência do sistema prisional. Para essa criança qual seria a validade do nosso ordenamento jurídico, e, especialmente de uma lei que venha a reduzir a maioridade penal? Provavelmente nenhuma. Serão sempre regramentos de um Estado injusto, o mesmo que um dia foi responsável pela morte do pai. A semente de uma vida criminosa teria sido plantada.

Não pense que faço aqui apenas críticas direcionadas. Até considero justo que a viúva acione o poder público requerendo indenização pela morte do marido; porém, também considero igualmente justo que responda por qualquer ato ilícito que tenha praticado em apoio a vida criminosa dele antes da prisão. É preciso lembrar que a violência cresce ano a ano no país, a despeito das leis, do aparato policial, do judiciário e dos presídios. Enquanto isso, a sociedade continua errando ao delegar para o Estado o controle do problema, fugindo da sua própria responsabilidade. Este erro está custando caro. 

Para o poder público, legislar é a solução. É mesmo? A sociedade foi informada que o Estatuto do Desarmamento seria a chave para o controle dos assassinatos com armas de fogo, porém, as estatísticas estão indicando que ano a ano o Brasil não só bate seus próprios recordes nessa matéria, como inclusive, vem sistematicamente desbancando no ranking mundial, outros países usualmente violentos, alguns até em guerra civil. Foi alegado também que a Lei dos Crimes Hediondos seria a solução para os delitos praticados com crueldade, porém, casos como o do casal Richthofen morto a pauladas enquanto dormia, ou da pequena Isabela Nardoni jogada pela janela do apartamento onde residia ou mesmo do executivo Marcos Matsunaga morto e esquartejado (para citar apenas ocorrências na cidade São Paulo), indicam o contrário.

Na verdade, para reverter esse quadro de violência epidêmica, temos que agir efetivamente em duas linhas, ou seja, de um lado impedindo que indivíduos entrem na vida de crime e na outra ponta recuperando aqueles que já entraram. Em ambos os casos, é inegável que o cerne da luta se dará dentro do núcleo familiar. Ora, enquanto a sociedade brasileira for induzida a pensar que o amor de uma esposa lhe dá o direito de fechar os olhos para os atos criminosos do marido, ou que o amor dos pais pode justificar o acobertamento dos desregramentos dos filhos, a violência continuará aumentando. A realidade é que você não pode fechar os olhos para a criminalidade dentro de sua casa sem se tornar cúmplice dela. Pense nisso, para o bem da sua família e de toda a sociedade.

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13 de mai de 2015

Sebrae abre inscrições para o curso de Gestão Financeira em Chapadinha


Conhecer o movimento financeiro e saber utilizar estas informações para o crescimento da empresa são estratégias fundamentais para o gerenciamento diário de uma empresa de sucesso. Partindo desta premissa, o Sebrae abre inscrições para o curso de Gestão Financeira Na Medida, que será realizado em parceria com a Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Indústria e Comércio.

O curso será realizado no período de 18 a 22 de maio, no horário das 18h às 22h, com aulas no auditório da Sala do Empreendedor – localizada na Praça da Matriz – onde também podem ser feita as inscrições.

Esta capacitação busca estimular a mudança de comportamento do empresário, bem como demonstrar a importância da gestão financeira para o sucesso do negócio. Ele fornece, aos participantes, instrumentos e informações que lhes permitirão administrar o caixa, projetar seu fluxo, refletir sobre a formação do preço de venda, entender o demonstrativo de resultados e analisar os resultados do empreendimento.

Segundo o analista do Sebrae, Fernando Reis, o curso é destinado aos empresários interessados em melhorar os resultados na sua gestão financeira. “Esta solução promove o desenvolvimento de competências para controlar, analisar, planejar e simular as informações financeiras para uma eficiente tomada de decisões“, ressaltou Reis.


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Festa de Natal na casa de Aluísio Santos foi custeada com recursos públicos


“Em clima de muita harmonia, descontração e música ao vivo, os servidores públicos de todos os escalões da administração municipal de Chapadinha foram homenageados com um grande jantar e sorteio de brindes na sexta-feira (20 de dezembro de 2013) durante a festa de confraternização. A prefeita Ducilene Belezinha em seu discurso, agradeceu a presença de todos, e fez questão de destacar que todos os servidores são iguais e importantes para a administração publica municipal”.

O trecho acima foi a matéria que saiu nos blogs aliados da prefeitura. Na realidade a festança aconteceu na casa do secretário Aluízio Santos que fica nos fundos da residência da prefeita Belezinha, como convidados apenas a alta cúpula municipal entre vereadores, secretários, amigos e familiares da prefeita e secretário.

O leitor pode perguntar o que o blog tem com uma confraternização de natal realizada em uma propriedade particular e que reuniu o circulo íntimo da prefeita Belezinha e do secretário Aluízio. Respondo: nada teria se (como veremos mais a frente) a festa não tivesse sido custeada com recursos públicos ou dinheiro de todos nós.

Ordem de Pagamento da Prefeitura 26 mil na Festa de Aluízio e Belezinha 

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29 de abr de 2015

Ex-gerente da CEMAR de Chapadinha é o novo diretor da Assembléia Legislativa do Maranhão

Na foto: Carlos Alberto e o Deputado Humberto Coutinho
Tomará posse na próxima segunda feira (4), na assembléia legislativa do Maranhão, o novo diretor geral do poder legislativo, o ex-gerente regional da CEMAR de Chapadinha, e que atualmente comanda o (Saae) de Caxias - MA, o Eng. Dr. Carlos Alberto Martins.

O cargo, o segundo mais importante na hierarquia do Legislativo, Carlos Alberto será braço direito de Humberto Coutinho. E comandará outras 11 diretorias da Casa. Já na quinta-feira passada, à tarde, o novo diretor-geral esteve em São Luís e foi apresentado aos demais servidores do Palácio Manoel Bequimão.

A indicação do nome de Dr. Carlos Alberto a direção geral da casa, foi do Deputado Estadual (Presidente da Assembléia) Humberto Coutinho, que também é ex prefeito de Caxias

Carlos Alberto deixa oficialmente o Saae no dia 30. Na função de comandante da autarquia, lá se vão mais de nove anos, desde a primeira gestão do ex-prefeito Humberto Coutinho. O reconhecimento do ciclo de conquistas relevantes na instituição favoráveis ao gestor é unânime, independentemente das críticas aos eventuais tropeços na sua trajetória. Antes da sua gestão, o Saae era um órgão problemático, deficitário e fonte inesgotável de sinecuras políticas. Não bastasse isso, são muitas as cabeludas histórias que relatam irregularidades e apropriação indevida de recursos da autarquia no passado… Daí porque gera grande expectativa o nome do substituto, que, em princípio, seria um engenheiro mecânico que já trabalha há mais de cinco anos na empresa, também oriundo do antigo quadro da Cemar e pessoa da confiança de Carlos Alberto. 


Com visibilidade na área, Carlos Alberto chegou a assumir inclusive a presidência da Associação Nacional das Empresas Municipais de Saneamento (Assemae), instituição de credibilidade e respeitada desde a Velha República.

Passagem por Chapadinha

Em Chapadinha, Dr. Carlos Alberto exerceu o cargo de Gerente Regional da Companhia energética do Maranhão (CEMAR), entre os anos de 1996 a 1997, desenvolvendo um excelente trabalho no comando do escritório regional do baixo Parnaíba. Posteriormente, ainda como gerente regional da empresa seguiu para as cidades de Itapecuru Mirim, e em seguida Santa Inês antes de assumir a direção geral do (Saae) em Caxias.

O bom nome, o perfil profissional e ético de Carlos Alberto condiz com a nova forma de governo, que, hoje comanda o Maranhão. Novos tempos e nova forma de governar, pessoas de passados limpo ocupando cargos importantes na esfera Estadual.

(Com informações da Coluna Caxias em Off e Blog do Alexandre Cunha)

28 de abr de 2015

Abertas inscrições para Prêmio MPE Brasil 2015

Iniciativa do Sebrae e parceiros reconhece boas práticas de gestão dos pequenos negócios no Maranhão.

Divulgação: André Mendonça, que recebeu a premiação no ano passado das mãos do diretor técnico do Sebrae, José Morais, destacou que o MPE Brasil coroou a história de 40 anos de uma empresa familiar que hoje possui mais de 300 funcionários
Estão abertas as inscrições para a edição 2015 do MPE Brasil – Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas. Promovida pelo Sebrae, pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC) e pelo Grupo Gerdau, com apoio técnico da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), a iniciativa reconhece conceitos inovadores e boas práticas de gestão em diversos setores da economia. A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas até o dia 31 de julho pelo site www.premiompe.sebrae.com.br, nas Unidades Regionais do Sebrae no Maranhão e nos Núcleos de Atendimento Empresarial da instituição – São Luís, Barreirinhas e Timon.

As empresas participantes são avaliadas pela qualidade da gestão e a capacidade inovadora por meio de um questionário de autoavaliação, tendo como base o Modelo de Excelência da Gestão (MEG), da FNQ. Mais do que indicar o amadurecimento dos negócios, o Prêmio pretende incentivar a prática de análise de mercado e a visualização de possíveis oportunidades em diferentes nichos.

“Todos os empreendimentos inscritos recebem, gratuitamente, um relatório personalizado com pontos fortes e oportunidades de melhoria na gestão. Com base nesse diagnóstico, o Sebrae também indica soluções e cursos. Assim, os empresários têm a perspectiva de aumentar a competitividade e melhorar seus produtos e serviços, contribuindo para o desenvolvimento econômico da sua empresa”, destaca o diretor técnico do Sebrae no Maranhão, José Morais.

O volume de interessadas no MPE Brasil em 2014 foi recorde. Mais de 50,9 mil organizações completaram o processo de avaliação, reforçando a continuidade na busca pela excelência da gestão. Ao todo, mais de 650 mil empresas já foram impactadas diretamente pelo prêmio, desde seu início, em 2002.

No Maranhão, 1.366 empresas se inscreveram no MPE Brasil no ano passado e 1.106 questionários preenchidos. No final, após o julgamento dos requisitos pela banca de avaliadores, seis empresas foram finalistas, levando as premiações a Lavanderia Calhau (nas categorias Serviços e Destaque em Boas Práticas de Responsabilidade Social) e a Via Mundo Intercâmbio e Turismo (na categoria Serviços Turísticos).

“Esse foi um ano bastante especial para nós, a coroação de uma história de muita dedicação que contou, em muitas etapas, com o apoio do Sebrae. Já estamos na segunda geração de filhos envolvidos num negócio de 40 anos. Hoje temos dez lojas e cerca de 300 colaboradores. Em 2001, criamos o braço industrial da empresa – a Lavatec e além de higienizar, as lavanderias passam e tingem roupas”, explica o empresário André Mendonça que, juntamente com o pai e os irmãos, administra as empresas do grupo.

Mendonça, inclusive, acaba de participar, como concorrente, da solenidade de premiação nacional do MPE Brasil. “Apesar de não termos vencido a etapa nacional, foi muito gratificante o fato de estarmos participando do evento e conhecermos empresários que se destacaram na premiação em todo o país. Temos muito orgulho da nossa história e queremos contribuir muito mais para a economia maranhense”, ressaltou o empresário.

Como participar

Estão aptas a concorrer ao MPE Brasil empresas com, pelo menos, um ano fiscal e receita bruta anual até R$ 3,6 milhões. O Prêmio é composto por oito categorias – Indústria, Comércio, Agronegócio, Turismo, TI, Saúde, Educação e Serviços, além dos Destaques em Responsabilidade Social e em Inovação.

O MPE Brasil funciona, ano após ano, como incentivo às micro e pequenas empresas brasileiras, reconhecendo a importância e os resultados alcançados com a utilização dos conceitos de gestão, excelência e qualidade.

Para participar é preciso preencher o questionário de autoavaliação, uma metodologia padronizada nacionalmente. Após concluir o processo, as organizações com melhor desempenho recebem uma visita de avaliadores capacitados e são submetidas a uma banca técnica.

Os empreendimentos reconhecidos em seus estados concorrem à etapa nacional com negócios de todo o Brasil. As vencedoras nacionais participam de uma capacitação internacional, uma missão empresarial nacional, além de serem reconhecidas como exemplo de sistema de gestão alinhado aos princípios de excelência mundiais.

Lidiane Reinaldo
Unidade de Marketing e Comunicação
Regional do SEBRAE em Chapadinha - Ma
Contatos: (98) 9152 8936
Sebrae – Chapadinha – MA (98) 3471-0741

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9 de abr de 2015

Receita Federal realiza palestra sobre Programa do Imposto de Renda nesta sexta em Chapadinha


A Delegacia da Receita Federal de São Luís realiza nesta sexta-feira, 10, as 19h no auditório da Faculdade do Baixo Parnaíba (FAP), palestras sobre o Programa de Imposto de Renda da Pessoa Física, ano 2015.

O evento é gratuito e direcionado ao público que deseja esclarecer os procedimentos para preenchimento da Declaração e as novidades para este ano.

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31 de mar de 2015

"Depois dos serviços da prefeitura, as casas estão alagando quando chove", desabafa moradora do bairro Areal; Entenda Aqui!






Rosa Reis, "Depois dos serviços da prefeitura, as casas estão alagando quando chove"

FALA POVO! Mais uma denúncia de obra do município, feita sem planejamento e que foi abandonada sem que fosse concluída. Moradores sendo prejudicados estão indignados.

Cansados de esperar, e de depois de terem sidos enganados pelo secretário de obras do Município, Aluisio Santos, Moradores da Rua Eron Almeida, bairro Areal, se reuniram para reivindicar que a prefeitura resolva o problema na infra-estrutura do local, que piorou depois de uma raspagem e terraplanagem que foi feita pela secretária de obras há um ano atrás e não conclui os trabalhos, alagando casas e causando transtorno aos moradores.


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Estado antecipa pagamento de servidores para esta terça-feira (31)


O governo do Estado antecipou o pagamento dos servidores para esta terça-feira (31). Previsto para o dia 1º de abril, o pagamento ainda no mês de março beneficiará 112 mil servidores ativos e inativos. Segundo o secretário da secretaria de Gestão e Previdência (Segep), Felipe Camarão, a decisão do governador Flávio Dino é de que quando houver viabilidade financeira, o pagamento será sempre antecipado.

A antecipação está sendo possível, segundo o secretário, após a determinação do governador de contingenciamento de 30% do custeio do tesouro, a redução dos contratos vigentes e a melhor aplicação dos recursos públicos, beneficiando 112 mil servidores que receberão os salários dentro do mês trabalhado.

Ainda de acordo com o secretário Felipe Camarão, o calendário divulgado anteriormente permanece inalterado. “Sabemos da importância do servidor para a garantia dos serviços públicos com qualidade à população e a diretriz do governador Flávio Dino é que todos os esforços sejam feitos para que possamos pagar os vencimentos no mês trabalhado.No entanto, não podemos antecipar com precisão a estimativa de receitas do Estado e isto faz com que haja necessidade de mantermos, por enquanto, o calendário de pagamento previamente divulgado”, disse.

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27 de mar de 2015

Imagem do Dia: HAPA sem Raio X

Paciente que foi ao Hapa fazer um exame de RX , observa aparelho sendo removido.

Foto: Valter Ferreira
Não entendeu? Clique Aqui!

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Oportunidades de negócios é tema de palestra em Chapadinha


O empreendedorismo como alternativa real de geração de renda e as oportunidades de negócios que surgem a partir da decisão de empreender: este foi o tema da palestra conduzida pela gerente da unidade regional do Sebrae em Chapadinha, Larissa Leite, ministrada na terça-feira (24), à turma de trinta mulheres que concluiu a oficina prática para fabricação de ovos de Páscoa, realizada pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria da Mulher.

A palestra foi oferecida durante a solenidade de certificação das participantes da oficina, após convite, feito ao Sebrae, pela secretária da Mulher, Nildinha Telles. A secretária esclarece que a parceria com a instituição é fundamental para o sucesso das mulheres envolvidas com a ação.

“Buscamos tirar essas mulheres da zona de conforto em que vivem, livrando-as do isolamento e da dependência total do companheiro. A partir desta experiência, constatamos que a maioria das participantes nunca havia passado por outra capacitação que as habilitasse à vida produtiva”, revela Nildinha.

Ela destaca ainda que o convite ao Sebrae foi estratégico. “Queremos que as participantes tenham o estímulo necessário para enxergar as oportunidades de negócios que surgirem a partir da capacitação que as preparou para uma nova realidade”, disse ela.

Durante a palestra, a gerente do Sebrae enfatizou o efeito imediato da capacitação oferecida às trinta mulheres da turma. “Todas têm a oportunidade de aumentar a renda de suas famílias e melhorarem as condições de vida que podem levar. O Sebrae sempre estará a disposição de todas que buscarem dar um passo a mais e queiram orientação especializada de como poderão empreender a partir daqui”, ponderou Larissa.

Parceria longa – De acordo com informações da unidade regional do Sebrae em Chapadinha, a instituição conta com uma parceria com a Prefeitura Municipal já consolidada e que deve promover novas ações em conjunto de modo a ampliar o número de empreendedores do município, capacitando-os para enfrentar o mercado e contribuindo para o desenvolvimento econômico local e regional.

Lidiane Reinaldo
Unidade de Marketing e Comunicação
Regional do SEBRAE em Chapadinha - Ma
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